Capitulo 2

Capitulo 2 – Cachoeira


Terminei de tomar meu café quando minha mãe entrou na cozinha.

– Tchau – Murmurei enquanto pegava minha bolsa.

– Boa aula, querida…

– Vou ter… – sussurrei para mim mesma enquanto lembrava que hoje teria diversas aulas com Edward.

Mesmo ele não tendo dinheiro para pagar a escola particular, Edward ganhou uma bolsa e desde o ano passado frequenta a melhor escolha de Forks – a mesma que eu.

Entrei em meu carro e dirigi o mais rápido que pude. Quanto mais cedo eu chegasse mais tempo teria para ficar com ele.

Quando entrei no estacionamento eu o vi – lindo como sempre. Edward estava encostado na grade de frente a minha vaga. Saí do carro e liguei o alarme.

– Bom dia amor… – Falou sorrindo, enquanto eu caminhava em sua direção.

Olhei ao redor e não tinha ninguém, aproveitei para pular em seu pescoço e o beijar com todo o amor.

– Agora sim o dia está bom… – Brinquei. Edward voltou a se encostar-se à grade, mas desta vez abriu as pernas e me puxou para ficar entre elas. Passei meus braços ao redor de seu pescoço e mordi sua bochecha.

– Pensei em você a noite toda…

– Eu também Ed… Você predomina a minha mente, penso em você 24 horas por dia… – beijei sua boca, Edward sugou minha língua com fervor, suas mãos deslizaram por minhas costas, fazendo-me arfar.

– Oi casal!

Me separei de Edward quando Emmett entrou no meio de nós dois.

– Oi pra você Emm… – Brinquei. – sempre chegando nas “melhores horas”

– Cunhadinha, safadinha… desse jeito vai tirar a virgindade do meu irmão! – Passou um braço ao redor do meu pescoço e o outro em Edward. – Não force a barra, ele pode se sentir pressionado.

Eu ri. Emmett era uma figura. Ele saiu nos puxando pelo estacionamento.

– Aloha catinhas… – Emm falou para um grupo de meninas.

– Oi Emm… – Acenaram para ele.

– Aloha? Catinhas? – Indaguei.

– Cunhadinha, eu sou um cara culto, falo até em hawaianês, mas… – me olhou com um sorriso zombeteiro. – Eu me considero uma havaianas… TODO MUNDO USA!

Eu ri, e Edward também.

– Defina “catinhas”… – Pediu Edward.

– Simples, mané – Girou o boné na cabeça, deixando-o para trás. – Cat = gatas, então juntei, então ficou CATINHAS.

– Emm, cada dia eu me surpreendo mais… – Falei prendendo o riso.

Acho que o coitado foi desviado da fila onde distribuíam inteligência… Eu sempre me pergunto como ele ganhou bolsa na escola… Se bem que pode ter sido por ameaças ao diretor; já que Emm tem quase dois metros de altura e bota medo em qualquer um.

O resto da manhã foi bem tranquila. Edward e eu não nos beijávamos na escola, era algo… complicado, já que minha mãe DESCONFIAVA do nosso namoro… Ela nunca teve provas, todos que nos viam tinham suposições sobre o que éramos, mas prova mesmo, não. Era algo meio óbvio, mas quem estava por fora pensaria que éramos irmãos, ou melhores amigos.

Ao término da 4ª aula encontrei Edward no estacionamento, não teríamos as duas últimas aulas.

– Estou louco para te beijar… – sussurrou para que apenas eu ouvisse.

Mordi os lábios. Olhei ao redor e não tinha quase ninguém. Perfeito! Continuamos caminhando até meu carro. Quando chegamos, abri a porta, fechei os vidros e puxei Edward para dentro.

– Problema resolvido. – Me sentei em seu colo e colei nossas testas.

– Safada você, heim, Bella… – Apertou minha coxa. Eu ri, enquanto mexia em seus cabelos.

– Quando vamos poder ficar sozinhos novamente? Só nós dois? – Mordi o nobulo de sua orelha -… nús.

– Agora! – Puxou-me de encontro a sua boca.

– Ed… agui alguém pode… pode…

– POde?

– Pode nos ver! – Me sentei no banco e liguei o carro – Vamos dar uma volta.

Liguei o som e segui pelas ruas de Forkas, procurando um lugar… vazio.

– Bella suba por essa rua.

Fiz o que Edward pediu. Percebi que era um lugar vago, só com umas árvores e estrada de terra.

– Edward esse lugar é para estrupar meninas indefesas… – Brinquei.

– Não é aqui Bella, continua dirigindo – Deixou a mão na mnha coxa. – Fica tranquila, eu não vou te estrupar.

Parei o carro e fiz bico.

– Então nem vou… – Brinquei. Edward riu. Voltei a ligar o carro.

[…]

– UAU… – zombei – Que lugar mais… verde!

– Calma Bells, vem comigo.

Saimos do carro. Edward desceu na frente, me guiando pelo caminho na mata.

– Acho bom valer a pena Cullen, senão vou te deixar na seca.

– É aqui!

– Você falou isso a 15 minutos atras.

– Mimada!

– Gostoso!

Edward parou de andar, foi então que percebi onde estava. Era uma linda clareira, e um pouco mais a frente havia uma cachoeira.

– Edward, isso é… lindo. Como descobriu esse lugar?

– Eu sempre vinha aqui para pensar em você – Jogou uma mexa do meu cabeço para trás. – Vem, vamos dar um mergulho…

Corremos até a margem. Edward tirou a calça, a camiseta e ficou só com sua boxer branca…

– Vai ficar só olhando? Eu sei que meu corpinho é gostoso… – Rebolou me fazendo rir.

Tirei minha blusa e calça.

– Vem! – Edward entrou na água e estendeu a mão para mim. Eu a peguei.

A água não estava fria, ela estavá morna. Me agarrei em Edward.

– Cada dia mais perfeita… – Escorregou a mão pela lateral do meu corpo.

Beijei seus lábios e a medida que nossas caricias iam ficando mais ousadas, mais exitada eu ficava. Os lábios de Edward trabalhavam em meu pescoço, enquanto suas mãos buscavam pelo feicho do meu sutiã. Ele colocou a peça na margem e me empurrou contra a pedra.

– Que saudades…

Senti seus dedos apertando meu clitoris sobre a unica peça que nos separava; minha calcinha. Desci minha mão até sua boxe e a abaixei. Edward empurrou minha peça para o lado e me penetrou. Joguei a cabeça para trás e gemi. Era tão prazeroso ter o homem de minha vida entrando e saindo de mim, gemendo deliciosamente meu nome…

– Bella…

– Edward…

Me agarrei a ele. Arranhando seus ombros. A cada estocada, Edward me fazia delirar, fazendo-me a cada segundo me aproximar mais do paraiso, um lugar que só cheguei com ele… o auge do nosso amor.

– Vem comigo amor, vem, geme pra mim… – Sussurrou em meu ouvido. E eu gemi, gemi descontroladamente.

Minha intimidade se contraiu com seu membro dentro de mim. Eu sabia o que estava acontecendo. Eu estava chegando ao épice.

O liquido de Edward jorol dentro de mim. Minhas pernas tremiam com os espasmos.

– Eu te amo… – Me derreti em seus braços, respirando fundo, tentando controlar minha pulsação.

– Eu também amor.

Ficamos mais um tempo ali, nos beijando, até que Edward me lembrou de algo.

– Bells, acho melhor irmos… Sua mãe vai pensar que eu te sequestrei!

– Eu não ia me importar nem um pouco de ser sequestrada por você.

– Eu também não, mas em troca eu teria uma grande encrenca com a policia.

– Então vamos.

Colocamos nossa roupa e voltamos para o carro.

– Que tal um almoço? – Sugeri. Edward olhou para fora e suspirou.

– Eu não…. – fechou os olhos – Eu não tenho dinheiro Bells… é até vergonhoso.

Revirei os olhos e liguei o carro.

– Sou eu que estou convidando, então eu pago!

– Nem pensar! – Resmungou – Que tal almoçar lá em caas?

– Esme não vai se importar?

– Nunca Bells.

– Tudo bem, a gente passa em minha casa, eu tomo um banho e a gente vai para sua casa.

Dirigi para minha casa e deixei o carro estacionado na rua.

– Me espera aqui dentro… – Beijei sua boca.

– Tudo bem.

Sai do carro e entrei em casa.

– Bella, você está toda molhada minha filha! – Meu pai me parou, mexendo no meu cabelo – Estava com Edward, né?

– Shhhh! Pai! Fale baixo, senão mamãe pode ouvir! – O abracei rindo.

Meu pai era o unico da minha fámilia que sabia e aprovava nosso romance. Ele nunca ligou para a classe social de Edward.

– Vou tomar um banho…

– Vai almoçar conosco?

– Hoje não… eu tinha convidado Edward para almoçar fora, mas ele como sempre não aceitou que eu pagasse, então decidimos ir na casa de Esme.

– Até mais tarde então querida.

Subi para o meu quarto, tomei um banho rapido e me arrumei.

– Vai aonde querida?

Suspirei… minha mãe…

– Vou almoçar fora, volto mais tarde.

Sem dar chances para mais perguntas, sai de casa.

PDV Edward

Fiquei no carro esperando Bella. Abri o pequeno compartimento e achei diversas fotos nossas. Bella adorava registrar nossos momentos, e eu tinha diversas delas. Eram todas romanticas, umas estavamos nos beijando, outras nos abraçando e diversas sorrindo.

Olhei pela janela e vi ela caminhando em direção ao carro. Ela estava linda como sempre, eu ainda me perguntava como pude ser tão sortudo em consegui-lá só para mim.

Meu celular começou a tocar, olhei no visor e ri.

– Sim mãe? – Atendi

– Menino onde você está?!

– Estou indo para casa agora. – Ri – Se importa se Bella almoçar conosco?

– Claro que não bebê.

Bella abriu a porta do carro e me olhou com aquela cara de ciumes, ri, sibeilei para ela “minha mãe”

– Eu não sou bebê! – Revirei os olhos.

– Você sempre será o meu bebê. Espero vocês, tchau.

Desliguei o celular e bufei. Bella gargalhou enquanto arrancava com o carro.

– Está rindo do que?

– De nada… bebê – Zombou.

Revirei os olhos.

– Não sou bebê.

– É o meu bebê gostoso. – Mordeu os lábios

– Vamos, sua sogra está nos esperando. – Mudei de assunto. Bella sorriu.

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