Capitulo 38

N/A:

Poxa, nem sei o que falar… ou melhor, escrever. Ah vocês entenderam!

 

 

Foi maravilhoso escrever a fic.

 

Gostaria de agradecer a vocês que elogiaram, criticaram e tals.

Mas pela fic conheci minhas melhores cyber-amigas.

 

 

Kah, mandy, maah, thata, Helena e muitas outras… *—* AMO VOCÊS BEST’S!

 

 

Foi e é um prazer escrever para vocês que acompanharam a fic!

 

Nunca fiz um capitulo tão pervo 😡 pode nem estar tanto, mas fui nunca escrevi algo tão… assim huahuahua.

 

Espero que gostem! 🙂

 

Logo trarei o Epilogo! *caah enxuga as lágrimas*

 

Beijos!

 

P.s: To sem net! 😦

 

P.s²: PORRAAAAAAAAAAAAAAA!

=== x ===

 

 

2º Fase – Capitulo 38 – Felicidade completa.

 

 

Os dias se passaram tão rápido, que quando menos percebi, já estava na hora de voltar.

– Vou sentir saudades daqui… – Edward comentou, entrelaçando seus dedos nos meus. – Principalmente da praia – Sorriu maliciosamente – Nunca pensei que iria gostar tanto da praia.

– Você nem entrou na água!

– Mas as melhores coisas aconteceram melhores na areia…

– Edward!

-… Em casa também foi fantástico…

– Amor!

-… Mas ao ar livre foi bem diferente.

– Da para você parar?!

-… A lua contra sua pele, o vento contra nossos corpos nus e quentes…

Senti meu rosto arder, notei que uma senhora que estava sentada na fileira ao lado nos olhava.

No entanto, eu concordava com ele. Nossa lua-de-mel foi muito bem aproveitada, imagine se eu não estivesse grávida então.

Lembrar da gravidez me deu fome. Não que fosse fácil esquecê-la, não dá para fazer essa façanha quando se tem mais de dez quilos colados ao seu corpo, e um garoto que não para de chutar.

– Amor, estou com fome…

– Novidade…

– Edward, porque você me irrita?!

– É legal… – Deu de ombros rindo. Meu marido acenou para a aeromoça que passava ao nosso lado e volto a me olhar sinicamente. – O que vai querer querida?

 

POV Edward

 

 

Depois de comer Bella relaxou em meus braços. Pousei minha mão sobre sua barriga, sentindo nosso garoto chutar.

– Isso não te incomoda? – Acariciei toda a extensão de sua barriga.

– No começo era estranho. – Ela virou o rosto para me olhar sorrindo e pousou sua mão sobre a minha – Mas logo me acostumei, sabe, é bom saber que ele está aqui.

– Ele faz questão de te lembrar disso. – Comentei ao sentir outro chute.

– Ele quer nossa atenção, não é bebê? – Minha mulher conversou com sua barriga. – Você sabe que a mamãe te ama muito.

Inclinei-me para frente e aproximei meu rosto de sua barriga, pronto para levar um papo serio com meu garoto.

– Garoto, você nem saiu e já está roubando o amor e toda atenção da sua mãe só para você, depois que sair daí teremos que conversar sobre isso!

– Edward… – Bella riu puxando-me pelo queixo. – Deixe de ser bobo, eu também te amo, mas é impossível dizer quem amo mais. Sei que Anthony nunca vai me deixar, não vai me trair, nem me trocar por outra, mas você eu já não sei, pode ser que um dia você se canse de mim e eu tenha que aprender a viver sem você, o que seria muito difícil e doloroso.

– Eu nunca vou te deixar… – Colei meus lábios nos seus – Jamais seria capaz de deixar você e nossos filhos.

Seus olhos ganharam um brilho, por conta das lágrimas que ali se acumulavam.

– O meu maior medo é te perder, mas eu não vou te deixar escapar tão fácil assim… – Seus lábios correram por meu rosto, chegando ao lóbulo de minha orelha e sugando-o.

– Parece que temos o mesmo medo. – Murmurei um tanto perturbado por conta de sua boca que ainda me mordiscava.

– Aham…

– Bella, não faça assim amor…

– Certo. – Ela riu contra meu pescoço e se afastou.

– Guarde essa empolgação para nós dois estrearmos a cama nova…

– Vou guardar.

 

Algumas Horas Depois…

 

– Pensei que Meg estaria aqui… – Bella fez bico.

– Você a vera amanhã, ainda estamos em lua-de-mel. – Enlacei sua cintura – Não quero que nossa primeira noite em nossa casa seja silenciosa.

– Ok. – Sorriu maliciosamente – Estou louca para conhecer nossa casa.

– Espero que você goste, Alice e minha mãe decoraram.

– Deve estar tudo perfeito…

Coloquei as malas em meu carro que havíamos deixado ali mesmo no aeroporto.

– Pronta para conhecer sua nova casa Sra.Cullen?! – Perguntei prendendo meu sinto.

– Estou muito curiosa. – Mordeu os lábios e puxou o sinto de segurança – Porra, estou tão gorda que nem fechar o sinto ao redor de mim consigo.

– Amor, eu já disse, você não está gorda e sim gostosa.

[…]

Estacionei o carro em uma área do jardim. Bella e eu saímos do carro.

– Então?! – Pousei meu queixo em seu ombro e enlacei sua cintura com meus braços.

– Amor… é linda!

Beijei seu pescoço.

– A casa tinha que ser como a dona… – Bella virou-se para mim rindo e beijou meus lábios. Liguei o alarme do carro, a peguei no colo e fui logo avisando-a. – Não adianta nem reclamar…

– Eu não ia reclamar. – Riu enlaçando meu pescoço com seus braços – Estou com preguiça de andar…

– Folgada!

Abri a porta da casa e entrei com ela. Seus olhos percorreram cada canto daquele cômodo.

– Nossa casa… – Sussurrou mordendo os lábios – Leve-me a cozinha, depois aos outros cômodos e…

– Você terá o resto da vida para conhecer a casa… – Murmurei subindo as escadas. – Deixe-me te mostrar um lugar mais interessante.

– Você não muda!

– Não, você gosta de mim assim. – Parei em frente à porta do nosso quarto.

– Deixe-me adivinhar… Esse é o nosso quarto?

– Aham…

– Onde fica o quarto das crianças?!

– O de Meg é no fim do corredor, e o do bebê é esse… – Apontei para a porta em frente a nossa. – Por enquanto.

– Por enquanto?! – Arqueou uma sobrancelha.

– Sim, nos primeiros meses. – Abri a porta do nosso quarto e caminhei até a cama, deitando-a delicadamente. – Depois o colocaremos no quarto ao lado de Meg. Não quero que nosso filho cresça traumatizado ouvindo os sons estranhos e gemidos que virão toda noite do nosso quarto.

Bella sorriu tirando os cabelos do rosto.

– Todas as noites?!

– Assim espero.

– Você pensou em tudo mesmo.

– Claro.

Minha mulher sentou-se na cama e apoiou as costas na cabeceira.

– Alice e Esme poderiam ser decoradoras… – Murmurou enquanto observava a decoração do nosso quarto. – Está tudo tão perfeito.

=== Link Seguro ===

 

(Bubbly – Colbie Caillat)

http://www.youtube.com/watch?v=AWGqoCNbsvM&ob=av3e

=== x ===

 

 

– E nós dois podíamos fazer amor… – Comentei manhoso. Livrei-me dos meus sapatos, tirei minha camisa colocando-a sobre uma poltrona que havia ali, fiz o mesmo com o sinto de minha calça.

Voltei à cama e retirei suas sandálias. Engatinhei até ela, ajoelhando-me entre suas pernas.

– Vou pensar no seu caso… – Bella fez charme e enrolou a ponta de seu vestido em seu dedo.

– Por favor, gostosa. – Minhas mãos rodearam seus tornozelos e a puxei para baixo, deitando-a na cama. Apoiei um braço de cada lado de seu corpo e inclinei-me para tocar meus lábios nos seus. – Seu marido está tão carente… – Desci meus lábios por seu ombro direito. Deslizei a alça de seu vestido por seu braço, meus lábios escorregaram por seu busto até chegar ao seu ombro esquerdo, onde repeti o mesmo ato com a outra alça de seu vestido.

– Pedindo desse jeito…

Afastei-me de Bella e desci até seu quadril.

– Erga o corpo. – Pedi.

Ela obedeceu. Pude então retirar o vestido de seu corpo.

Bella sentou-se, levou a mão até as costas e se livrou de seu sutiã. Inclinei-me sobre seu corpo fazendo-a se deitar novamente. Seus dedos enrolaram-se em meus cabelos puxando-me de encontro aos seus lábios macios e sedosos.

Sua língua brincava com minha, enquanto minha mão explorava seu corpo quente – com delicadeza e desejo –, que tremia a cada toque meu. Suas pequenas mãos deslizaram pela lateral do meu corpo até colocar a ponta de seus dedos no cós de minha calça e buscar o feixe da peça, abrindo-o e descendo-a até minha coxa.

Retirei a peça com os pés, sem quebrar o beijo tão intenso que trocávamos.

Seu pé esquerdo roçou por toda a extensão de minha perna. Segurei sua coxa, apertando-a.

– Deus… – Bella gemeu separando seus lábios dos meus e atirando sua cabeça para trás. Deslizei minha mão para a parte de dentro de sua coxa, sem tocar em seu centro. Escorreguei meu dedo por sua virilha, fazendo-a rir e gemer ao mesmo tempo. – Me toca amor… – Implorou, sugando meu queixo.

Minha mão estava próxima ao seu centro, foi só empurrar o pano que a separava de mim e tocá-la.

– Tão molhada… – Gemi, Trilhando beijos em sua pele, enquanto descia por seu corpo. Parei de circular meu dedo em seu clitóris e puxei sua calcinha, retirando-a.

Afastei sua perna e me deitei de frente para aquela preciosidade.

– Não me maltrate amor… – Bella resmungou.

– Só um pouquinho. – Assoprei minha menina, que já piscava para mim. – Quero sentir seu gosto em meus lábios… – Toquei sua intimidade com a ponta de minha língua, contornando-a toda.

– Oh Edward – Meu coro cabeludo quase foi arrancado por Bella.

Para maltratá-la, deslizei a ponta da minha língua para seu interior e pressionei meu polegar em seu clitóris.

Passei a mover minha língua para fora e para dentro de seu corpo, hora rápido, hora lento. Os gemidos de Bella tornaram-se gritos. Suas pernas tremeram em minha mão, anunciando seu orgasmo.

Suguei todo seu mel, e afastei-me para olhá-la.

Bella estava esparramada no meio da cama, com os olhos fechados e ofegante.

A cena só serviu para deixar-me mais excitado ainda, passei minha mão por meus cabelos, louco de desejo. Sentei-me sobre minhas pernas e apertei meu membro.

Bella abriu os olhos e gemeu ao notar ver-me naquele estado.

– Se toque. – Ela pediu, seu rosto ficou mais rubro, mas ela voltou a pedir. – Se toque para mim meu amor. – Livrei-me de minha cueca deixando meu membro livre. Bella mordeu os lábios em expectativa. – Está com vergonha? Pensei que eu fosse à tímida aqui – Riu maliciosamente. Suspirei. É eu estava com vergonha. Bella jamais havia pedido algo tão ousado, mas se era o que ela queria…

Segurei meu membro e comecei a acariciá-lo enquanto a admirava nua ali em minha frente. Fechei os olhos e passei a imaginar seus lábios no lugar de minha mão.

– Hmm… – Gemi.

– Abra os olhos… amor. – Bella pediu, com a voz rouca.

Porque eu fui obedecê-la?!

– Porra amor! – Resmunguei.

Em minha frente, Bella se tocava, olhando fixamente onde minha mão trabalhava.

Seus olhos se reviraram e ela mordeu os olhos reprimindo um gemido. Continuei movendo minha mão, olhando-a ali, se tocando.

Tão cedo ela parou de se tocar.

– Continue… – Pedi.

– Tenho idéias melhores… – Minha mulher safada arrastou-se até mim e substituiu minha mão pelas suas. – Eu queria muito tê-lo em minha boca, mas não estou em condições… – Apontou para a barriga.

– Eu dou um jeito nisso. – Desesperadamente, sai da cama e apontei para a beira da cama. – Sente aqui amor. – Bella pareceu entender, já que se sentou na beira da cama e abriu as pernas, dando espaço para que eu me encaixasse ali. – Agora ele está na sua altura. – Inclinei meu quadril em sua direção.

Uma de suas mãos agarrou meu membro, quanto à outra desceu até minhas bolas, massageando-as.

– Faz tempo que eu não o tenho em minha boca… – Sua língua rodeou a minha cabeça para logo depois abocanhá-los.

– Oh Deus! – Agarrei seus cabelos e estoquei em sua boca. – Eu vou gozar.

Bella tirou seus lábios de mim e torceu os lábios.

– Mas já?! Eu nem me diverti ainda.

– Amor, fique quieta… – Resmunguei -… e continue.

Ela riu, voltou a colocar meu membro em sua boca olhando-me maliciosamente.

Céus! Aquilo era demais para o meu psicológico.

Prevendo meu estado, Bella passou a sugar-me com rapidez e precisão. Joguei a cabeça para trás ao sentir meu orgasmo chegando. Meu liquido despejou-se na boca de Bella, que engoliu tudo.

Cansado, joguei-me na cama.

– Uau… – Balbuciei em êxtase. Bella deitou-se ao meu lado e colou seus lábios em meu pescoço – Um dia você me mata mulher.

– Já acabou? – Ela fez bico.

Revirei os olhos.

Coloquei meu corpo sobre o seu e rocei meu membro em suas coxas, acordando-o. As mãos de Bella desceram até ele, acariciando-o.

Quando eu já estava ereto novamente, abri suas pernas e a penetrei. Seus olhos reviraram de prazer, enquanto suas unhas quase rasgavam meu ombro e gemidos escapassem de nossos lábios. Não me movi, só fiquei ali, sentindo o calor de seu interior.

– Mova-se… – Bella urrou. – Por favor, amor… vem…

Colei meus lábios nos seus. Passei a entrar e sair de seu corpo em movimentos lentos e intensos. Não demorou muito para que suas paredes me apertassem e todo meu liquido despejasse em seu interior.

Sai de dentro dela e rolei para o lado, puxando-a para meu lado.

– Não me diga que acabou… – Bella ronronou em meu ombro.

– Só estou juntando fôlego.

– Certo. – Ela mordeu os lábios e inclinou-se para me beijar.

Segurei sua nuca deixando minha língua se encontrar com a minha.

– Quer aproveitar para conhecer a casa? – Alisei seu rosto.

– Até você se recuperar?! – Arqueou uma sobrancelha e lambeu os lábios.

– Sim, minha ninfomaníaca.

– Eu aceito. – Bella levantou-se da cama e pegou minha camisa que estava sobre a poltrona colocando-a. – Tome amor. – Jogou minha boxer para mim.

 

POV Bella

 

 

– Também estou com saudades de você pequena…

– Eu estou com mais! – Meg resmungou no telefone.

– Amanhã Tia Alice irá te trazer. – Me ajeitei melhor no sofá.

– Ok. Vou desligar.

– Até amanhã querida.

– Tchau mãe, da um beijo no papai por mim.

Mordi os lábios. Era tão gratificante ouvir a palavra mãe vindo de Meg.

– Eu darei… – Prometi – Darei muitos beijos.

– Ew!

– Certo, tchau Meg.

– Vou desligar! – Exclamou. – Eu te amo.

Arregalei meus olhos supresa.

Quando fui responder ela desligou o telefone, envergonhada. Todo esse tempo morando comigo ela não havia dito isso a mim.

Coloquei o telefone na base e caminhei até minha enorme e perfeita cozinha.

– O que está fazendo?! – Perguntei a Edward, que estava mexendo na geladeira, detalhe: só de boxer.

Caminhei até ele e o abracei por trás.

– Procurando algo que me de energia… – Ele virou-se com uma garrafa de energético na mão.

– Como isso foi parar ai?

– Não sei, mas isso não importa. – Ele abriu a garrafa e deu um gole. – Que tal conhecer o quintal?

– Tudo bem.

Edward enlaçou minha cintura e me arrastou para fora. Nosso quintal era grande. Havia uma pequena trilha para que o carro entrasse na garagem, mais para o meio havia uma piscina, e a esquerda um pequeno jardim.

– Lindo, eu sei. – Falou antes que eu pudesse proferir aquelas mesma palavras.

– Porque a piscina? Você não sabe nadar.

Ele separou-se de mim e sorriu.

– Para me matar.

Tentei segura-lo, mas já era tarde demais, Edward correu e pulou na piscina.

– Ai meu Deus! – Exclamei em choque.

Edward emergiu rindo.

– Amor, esse lado é raso. – Balançou os cabelos.

– Eu te mato afogado seu idiota! – Rosnei.

– Deixe de ser dramática gostosa… – O desgraçado jogou água em mim – Acha que eu iria me matar agora que estou vivendo o melhor momento de minha vida? Não sou tão idiota assim. – Ele jogou a cabeça para trás, molhando seus cabelos. – Entra amor, a água está quente.

Caminhei até a borda da piscina e me sentei ali, colocando somente minhas pernas na água.

Edward nadou até mim e colocou-se entre minhas pernas. A piscina era realmente rasa, a água batia em seu peito.

Beijei seus lábios molhados, enquanto bagunçava seus cabelos. Suas mãos subiram por minhas coxas até a barra de sua blusa que eu estava usando.

– Faz amor comigo… – Pedi.

Edward sorriu e tirou minha camisa.

Seus braços enlaçaram minha cintura, puxando-me para dentro da piscina. A sensação da água quente contra meu corpo foi maravilhosa, ainda mais com Edward me beijando tão carinhosamente.

Ele afastou-se um pouco e quando voltou a colar seu corpo no meu pude sentir sua ereção contra minhas coxas.

– Onde foi parar sua boxer?!

Edward apontou para o lado, onde a peça começava a afundar.

– Eu tenho o dom de sumir com roupas… – Deu de ombros rindo.

Revirei os olhos colando nossos lábios.

– Amor… – Suguei o lóbulo de sua orelha – Por favor, sem preliminares.

– É você quem manda, só preciso ver se… – Sua mão escorregou para o meio de minhas pernas – Ok, se você está na água é obvio que está molhada.

Ri contra seu ombro.

– Vem logo amor… – Chupei seu pescoço, deixando uma marca roxa.

Edward segurou uma de minhas coxas e a colocou envolta de sua cintura, joguei a cabeça para trás enquanto seu membro grosso e pulsante entrava em mim.

Mordi seu ombro com força.

Edward começou a mover-se contra mim, levando-me a loucura.

– Gostosa, vem comigo, vem…

Enfiei minhas unhas em suas costas.

– Oh Edward…

E não demorou muito para que atingíssemos nosso máximo.

[…]

Acordei com a luz do sol queimando minha pele, ela entrava pela porta na sacada, abri lentamente os olhos e apalpei o meu lado na cama, estava vazio, eu estava com o corpo um pouco exausto, Edward foi tão intenso a noite inteira, havíamos feito amor três vezes.

Estiquei minhas pernas e braço, despreguiçando.

Enrolei o lençol em meu corpo e sai da cama para fechar a porta, mas parei quando percebi Edward ali debruçado sobre a mureta, olhando sua aliança.

Eu o abracei por trás e depositei um beijo em suas costas desnuda.

– Já se arrependeu? – Indaguei receosa, tocando o pequeno anel de ouro.

Ele virou sorrindo

– Jamais… – Revirou os olhos – Só estava relembrando o momento em que você a colocou aqui… Um dos dias mais de felizes de minha vida.

– É mesmo? – Arqueei as sobrancelhas.

– Sem duvidas. – Seus lábios colaram nos meus. – Bom dia minha vida, eu queria ter te acordado… – Seus lábios formaram um bico – Eu preparei um lindo café da manhã para você.

– Café na cama?! – Gargalhei – Pensei que isso acabaria quando nossa lua-de-mel terminasse.

Seus lindos olhos reviraram-se.

– Eu gosto de te mimar… – Deu de ombros – Fique na cama – Beijou sua testa – Vou buscar a bandeja.

 

POV Edward

 

 

– Eu estava com um montão de saudades! – Meg abraçou-me pelo pescoço.

– Nós também querida. – Bella beijou sua testa.

– Obrigada por trazê-la Alice. – Agradeci a minha irmã.

– Por nada. – Alice sorriu, mas logo ficou seria. – Será que eu posso conversar com vocês… a sós?!

– Meg, vá ver seu quarto… – A tirei do meu colo. – É o ultimo quarto lá de cima.

– Ok.

Alice esperou Margareth subir para se agachar em nossa frente.

– Vocês viram o jornal essa manhã?!

Bella e eu rimos.

– Digamos que… estávamos muito ocupado para isso. – Minha mulher corou.

– Certo.

Minha irmã abriu a bolsa e tirou de lá um jornal, jogando-o para mim.

– Alice… não estou a fim de ler jornal.

– Edward, leia.

– Alice…

– Me da isso aqui. – Bella puxou o papel da minha mão.

Seus olhos se arregalaram quando olhou para o papel.

– OMG.

– é, todos estão abalados… – Alice mordeu os lábios.

– Deixe-me ver isso amor.

Peguei o jornal de sua mão. A noticia de destaque era um acidente de carro. Li a manchete que estava em negrito: “Viatura que transferia presos capota na pista e pega fogo“.

– O que isso tem haver? – Indaguei confuso.

– Edward, essa viatura leva-la Robert e Kristen.

Passei meu braço ao redor de Bella e a apertei contra mim.

– Eu juro que se eles tentarem algo eu…

Alice negou com a cabeça.

– Ninguém sobreviveu nesse acidente. – Alice puxou o jornal de minha mão – A viatura que transferia os presos pegou fogo, não há nenhum sobrevivente. – Alice leu – Quatro corpos carbonizados foram encontrados e não puderam ser identificados, mas tudo indica que eram os dois prisioneiros e os dois policiais responsáveis por levá-los até o aeroporto de Port Angeles da onde seriam transferidos para o Canadá.

– Morreram?! – Bella arfou – Céus!

– Fique calma amor… – A puxei contra meu peito.

– Edward, querendo ou não, eu vivi dois anos com Rob… – Sua voz tremeu – Ele não era uma pessoa mal, só ganancioso demais.

– Eu sei querida. – Afaguei seu braço – Eu nunca desejei isso a eles, mas você não pode ficar estressada, pense em nosso bebê.

– Vou pegar um copo de água para você. – Alice levantou-se e foi em direção a cozinha.

– Ok… – Bella respirou fundo. – Eu estou bem.

– Tem certeza?!

– Absoluta.

Beijei sua testa.

– Aqui está. – Alice entregou o copo a Bella – Me desculpa, eu não queria te deixar nervosa. Só achei que vocês precisavam saber.

– Tudo bem Alice. – Toquei seu ombro – Só nos pegou de surpresa.

– Me desculpa.

Bella bebeu a água e segurou a mão de Alice.

– Amiga, não precisa ficar pedindo desculpas. Eu estou bem, juro.

– Que tal almoçar conosco Alice?! – A convidei – Quero dizer, que tal sair para almoçar conosco?

– Claro que aceito.

– Ai meus Deus! – Margareth exclamou descendo as escadas. – Meu quarto é lindo! Eu nunca tive um quarto só para mim. OMG. OMG. OMG.

Rimos.

– Agradeça a Alice, foi ela quem decorou a casa toda.

– Obrigada tia Alice! – Meg abraçou Alice pela cintura – Está tudo lindo!

– Que bom que você gostou.

– Deixe-me te dar outra noticia. – A desgrudei de Alice e a sentei em meu colo – Semana que vem você volta freqüentar a escola.

– Oh saco! – Ela gemeu – Escola?!

– Aham… – Bella a forçou deitar a cabeça em seu colo – E que boca é essa?! Quando te deixei “saco” não fazia parte do seu vocabulário.

– Ela passou um tempo com Emmett…

– Pudera.

[…]

– Porque parou o carro? – Bella indagou.

Apontei para fora do carro.

– Vamos comprar um cachorro.

– SÉRIO?! – Meg e Alice abafaram um grito.

– Eu sempre quis ter um cachorro… – Minha irmã resmungou.

– Eu sempre quis ter um cachorro. – Virei-me para encará-la – Mas por causa das suas frescurinhas nunca pude ter um.

– Não vem que não tem! – Alice cruzou os braços. – Eu disse à mamãe que também queria um cachorro.

– Alice, cachorro só é cachorro quando tem pelo, você sugeriu passar a maquina zero nele.

– Mas…

– Certo! – Bella abriu a porta – Vamos logo,.

Assim que eu e Alice saímos do carro travei as portas.

– HEY! Vocês não estão esquecendo alguém não?!

Olhei para os lados tentando entender de onde vinha a voz de Meg.

– OMG! – Destravei a porta do carro quando vi Meg lá dentro.

– Que ótimo pai você é! – Ela resmungou saindo do carro e indo até Bella.

– Me desculpa querida. Foi tudo culpa da sua tia que…

– Amor, não comece. – Bella pegou minha mão e saiu puxando a mim e a Meg para dentro do Pet Shop.

 

POV Bella

 

 

Olhei para os cachorros e depois olhei para Meg dando meu melhor sorriso.

– Porque você não compra um peixe? – Sugeri – Eles ocupam um pequeno espaço, não fazem bagunça e comem pouco.

Os três reviraram os olhos.

– Eu quero um cachorro pra pegar bolinha, rolar… essas coisas que os animais fazem.

– Querida, mas já temos seu pai! – Brinquei tocando o ombro de Edward, que lançou-me um olhar de indignação.

– Quero um cachorro de verdade, que faz au-au!

– Amor, late.

– Escolhe um Chiuaua, ou um Poddle… – Alice sugeriu, apontando para as aberrações.

– Dizem que o cachorro é a cara do dono. – Edward sorriu – Vamos levar um Pitt Bull!

– Não, um Poddle!

– Pitt Bull! – Edward cruzou os braços.

– Poddle! – Alice bateu o pé.

Meg estava sentada em uma lata de ração, rindo da discussão dos irmãos Cullen.

– Edward… – Toquei seu ombro. – Não quero esse cachorro em casa, ele é perigoso!

– Mas o que meus amigos vão falar quando descobrirem que eu comprei um Poddle?!

Revirei os olhos.

– Amor, não quero esse cão perto de Anthony nem de Meg! – Cruzei os braços – E vocês dois estão esquecendo de que o cachorro é para Meg não para vocês!

– Certo… – Os dois fizeram bico.

– Eu quero esse! – Meg levantou-se a correu até uma vitrine, onde ficava um lindo cachorrinho marrom.

– É… – Meu marido caminhou até a vitrine e leu a raça do cachorro – Golden retriever. Esse não é cão de gay e nem parece ser um. Vamos levar. – Sorriu para nós. Enfiou uma mão por cima da vitrine e pegou o pequeno filhote – Bob, bem vindo à família Cullen.

– Yay!

 

Alguns meses depois…

 

 

 

Subi na cama e puxei o notebook de sua mão.

– Bella, porque fez isso?! – Edward puxou de volta.

Revirei os olhos. Voltei a tirar aquela merda de sua mão e sentei em suas pernas.

– Amor, estou carente…

– Bella… – Edward segurou minha cintura, se é que isso ainda pode ser chamado de cintura. – Você ouviu o que o Dr.Kall disse?

Torci os lábios.

– Sim. – Bufei – Ele disse para não abusarmos no sexo.

– Exato, então não insista minha linda. Você está com quase nove meses, não é bom abusar.

Edward puxou-me para seus braços, deitando-me ao seu lado.

– Mas eu estou tão molhada… – Provoquei, agarrando-me ao seu corpo.

– Amor, pare…

Sorri maliciosamente. Segurei sua mão e a levei até o meio de minhas pernas.

– Sente isso amor? – Suguei o lóbulo de sua orelha – Ela está com saudades.

– Céus… – Edward resmungou, seu dedo empurrou minha calcinha e rodou em meu clitóris. – Mulher, você me faz perder o juízo!

– Perca amor… – Tirei sua mão do meio de minhas pernas e suguei seus dedos.

Edward avançou sobre mim, chocando seus lábios nos meus, enquanto suas mãos hábeis percorriam, descontroladamente, todo o meu corpo. Joguei a cabeça para o lado, dano-lhe permissão para brincar com sua língua em meu pescoço.

Meu corpo enrijeceu quando senti uma pontada em minha barriga.

– Amor… – Eu gemi, tentando empurrá-lo.

– Hmm gostosa? – Ele estava tão descontrolado que mal descolou os lábios do meu corpo para me escutar.

A fisgada em minha barriga voltou.

– A… Bolsa…

Eu já não sabia se estava excitada ou com dor.

– O que é isso?! – Afastou-se confuso – Alguma posição do Kama Sutra?! – Revirei os olhos e estava pronta para xingá-lo, mas de minha boca só escapou um grito. – Bella… O que está acontecendo?!

– Amor… – Mordi os lábios colocando minha mão sobre minha barriga – Acho que… ai… minha bolsa estourou.

– AI MEU DEUS! – Meu marido pulou da cama e começou a correr de um lado para o outro.

– Porra Edward! – Joguei um travesseiro nele. – Eu estou pronta para parir e você fica agindo assim… Me leva para o hospital, não quero que… ai… nosso filho nasça aqui nesse quarto!

– OMG, nosso filho vai nascer!

Ele travou no meio do quarto, com dificuldade, me levantei e caminhei até ele.

– Amor, por favor, não… – Antes que eu terminasse, o corpo de Edward amoleceu –… Desmaia.

Sem alternativa, me sentei na cama e peguei o telefone, discando o primeiro numero que veio em minha cabeça.

– Alô?

A voz grossa soou do telefone.

– Emm, sou eu… Bella.

– Bells, algum problema?

– Sim… ai… – Gemi sentindo outra pontada – Emm, Edward desmaiou e…

– HAHA, que viado!

– CALA A BOCA! – Berrei – EMM MINHA BOLSA ESTOUROU!

Esperei sua resposta, mas a única coisa que ouvi foi um baque mudo.

– Bella, Bella, o que você falou a Emmett?!

Era a voz de Rosalie.

– Ai… – Gemi – Porque?!

– Ele desmaiou.

Se eu não estivesse com dor teria rido.

– Rose, preciso da sua ajuda. Minha bolsa estourou, Edward desmaiou, preciso ir para o hospital.

– OMG, OMG, OMG…

– PORRA DA PRA PARAR?! TA DOENDO!

– Certo, hãm, estou indo para ai.

 

POV Edward

 

 

– Você tem certeza que está bem? – Meu pai tocou meu ombro.

– Claro que estou. – Respirei fundo.

– Certo, vamos entrar.

– Ok.

– Não desmaie.

Revirei os olhos. E reprimi a vontade de dar o dedo do meio para meu pai. Entrei na sala, indo para o lado de Bella.

– A Bela adormecida acordou… – Ela brincou enquanto gemia de dor.

– Até você. – Bufei. – Mas como está se sentindo?!

– Ótima… – Ironizou mordendo os lábios com força.

– E lá vem mais uma… – A enfermeira anunciou olhando no aparelho que controlava as contrações de Bella. Minha mulher fechou os olhos e apertou minha mão com força.

Assim que a contração passou, Bella me chamou com o dedo. Aproximei meu rosto do seu.

– Lamento informar… – Sussurrou – Mas só vamos ter um filho, porra, se quiser mais adote!

Afastei-me rindo.

– Conversaremos sobre isso depois… – Colei meus lábios em sua testa.

Quando a enfermeira entrou no quarto, meia hora depois, Bella gritou para ela:

 

– A injeção na coluna, pelo amor de Deus!

 

Ela nos olhou sorridente e verificou a dilatação de minha mulher.

 

– Você tem sorte, já está pronta!

 

Bells riu.

 

– Sorte?

 

Ela deu de ombros.

 

– Algumas mulheres ficam mais de um dia sofrendo.

 

Os olhos de Bella se arregalaram.

Não demorou muito para que Dr. Kall chegasse e preparasse tudo.

– Quando eu contar três, você tem que empurrar bem forte, Bella! – O desgraçado do Dr. Kall estava olhando para minha preciosidade.

– Amor, talvez seja melhor uma cesariana… – Opinei, mas Bella apenas apertou minha mão.

– Um, dois… TRÊS!

Bella fechou os olhos e fez força, quase trucidando meus dedos.

– Isso querida, só mais um pouco.

– Vamos neném… – Bella murmurou.

– Você vai conseguir amor! – Passei minha mão em sua testa suada.

Bella respirou fundo e quando Kall mandou, ela fez força.

Meus olhos arderam assim que o choro espalhou pela sala.

 

POV Bella

 

 

Eu estava praticamente sem forças. Eu sentia meu corpo inteiro moído. Mas isso, magicamente, passou.

 

Quando eu escutei o choro do meu bebê.

 

– Pegue ele… – Pedi a Edward que continuava ao meu lado. Ele assentiu e foi até o médico, que acabava de fazer os primeiros testes nele.

 

Eu assisti enquanto a enfermeira dava a Edward o nosso menino. E quando ele virou, pude então ver as lágrimas escorrendo por seu rosto, não pude evitar: Comecei a chorar.

Edward aproximou-se e colocou Anthony em meus braços.

– Oh meu anjo… – Beijei sua testa. Ele estava um pouco amassado e vermelho. Seus pequenos olhos estavam fechados, e chorava em meus braços. Edward inclinou-se para beijar meus lábios. – Ele parece tanto com você amor…

– Lindão como o papai, não é filhão? – Edward tocou seus lábios na testa do bebê. Segurou meu rosto em suas mãos e colou nossas testas. – Mulher, obrigada por isso…

– Convenhamos que você também fez parte do trabalho.

Ele riu.

– E fizemos um ótimo trabalho.

[…]

– Hora de do mama…

Edward ajudou-me a sentar. A enfermeira passou meu filho para meus braços.

– Oi bebê… – Toquei seu queixo. – A mamãe sentiu saudades.

Anthony começou a se remexer em meu colo. Seu beiço inferior tremeu logo o choro espalhou pelo quarto.

– O que eu fiz de errado?!

Olhei assustada para Edward.

– Sra. Cullen… – A enfermeira riu – Ele só está com fome.

– Ah.

Ri.

Edward colocou um travesseiro em minhas costas e eu me acomodei melhor. Ajeitei Anthony em meus braços podendo assim dar meu seio a ele, que prontamente passou a sugar.

A enfermeira saiu da sala, para nos deixar a sós.

– É quase contra minha natureza ver outro homem com os lábios nos meus seios. – Edward brincou, enquanto se sentava ao meu lado e enlaçava meu ombro com seu braço. – Mas eu abro uma exceção a meu filho.

Apoiei minha cabeça em seu ombro e virei-me para beijá-lo. Sua língua escorregou para dentro de minha boca.

– Não querendo atrapalhar, mas já atrapalhando… – Emmett arreganhou a porta sorrindo – Quero ver meu sobrinho!

– Eu também! – Meg passou pela porta e veio até a cama. Emmett a seguiu.

Esme e os outros também entraram no quarto e vieram para perto da cama.

– Como está querida?! – Esme indagou.

– Realizada.

– Nossa, ele parece meu joelho! – Emmett e Meg falaram juntos, para logo se encararem e rir.

Enquanto eles começavam a discutir se meu filho parecia ou não com o joelho de Meg e Emm, voltei a me concentrar em Edward.

– Eu te amo… – Sussurrei.

– Eu também.

Seus lábios cobriram os meus.

E sabe todas as outras vezes que eu disse o quanto eu me sentia completa e feliz?

 

Nada se comparava com o que eu sentia agora.

 

Nada

 

N/a: Gostaram?! Logo tragoo o epilogo, é uma puta falta de sacanagem > TO SEM NET!

 

ENTÃO,VÃO QUERER A CONTINUAÇÃO DA FIC?!

 

COMENTEM!!!!

 

  1. quero mais quero mais

  2. Continue por favor

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